COM A PALAVRA, O GÊNIO

Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Temos como único objetivo manter vivo o legado de Michael Jackson.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

MICHAEL JACKSON, OS BEATLES E A ARTE: ANÁLISE FINAL

BRIAN EPSTEIN FEZ NEGÓCIOS RUINS PARA OS BEATLES

Brian Epstein transformou os Beatles em uma banda mais profissional, mas o merchandising não era o seu forte. A prova disso é que deixou o advogado da empresa - a NEMS - tomar conta do merchandising do grupo. Os direitos foram repassados para um empresário que, sozinho, lucrava com 90% dos produtos com a marca do grupo. Depois disso, ficou ele e o grupo lutando pelo 'resto' que sobrou dos direitos, míseros 10%.

Isso foi sim, um prenúncio do que aconteceria mais tarde com a perda da Northern Somgs por Lennon e McCartney.

JOHN LENNON

Foi o fundador da banda. Foi com ele que tudo começou. Talvez, sem ele o grupo nunca teria existido.

Na minha opinião, ele fundou o grupo na hora certa, em que mais precisava de algo em sua vida, mas depois, quando seria o momento de deixar de ser Beatle e respirar novos ares, não houve clima dentro da banda para um diálogo e debate maduros e, assim, ser tomada uma decisão em conjunto para que houvesse uma transição e cada integrante do grupo seguisse sua vida.

John Lennon foi, talvez, o que mais precisava ter seguido carreira solo. Se a decisão tivesse sido tomada antes, muitos problemas poderiam ter sido evitados, inclusive a perda da editora musical.

Não é simples terminar uma banda como os Beatles, passar a ser um ex-Beatle. Mas deixaram a situação passar do limite do suportável.

PAUL McCARTNEY

Respirava Beatles 24 horas. Tinha noção e consciência da origem e profundidade dos problemas que foram se somando, mas o fato de ocupar o espaço deixado por Brian Epstein no grupo, incomodou os outros integrantes, que já não estavam satisfeitos com ele. Para piorar, queria o sogro como empresário que, embora pudesse ser a melhor opção, aos olhos dos demais, daria a ele ainda mais poder e influência dentro da banda.

Insistiu demais na continuidade da banda. Ao ver o desgaste no relacionamento do grupo, poderia ter proposto um final mais condizente com a importância que todos ali representavam.

GEORGE HARRISON E RINGO STARR

Havia  pouca influência de Ringo Star e George Harrison  na banda, no que se referia a tomada de decisões, escolha de repertório. Harrison viu suas músicas ocuparem um espaço maior na banda somente no 'apagar das luzes' dos Beatles.
Isso certamente pesou muito em um momento em que o grupo mais precisava de unidade, pois se
você faz parte de uma equipe, mas o seu trabalho não é reconhecido em sua integralidade, nos momentos de dificuldade também pode ser que você não tenha motivação suficiente em colaborar para que os problemas tenham solução.

Lennon e McCartney eram os 'cérebros' do grupo. Ringo e Harrison complementavam, mas a palavra final
não era deles. Ao criar-se uma rivalidade entre Lennon e McCartney, a maioria ficou ao lado de Lennon. Eram três contra um.

 Se houvesse uma maior participação de Ringo e Harrison na produção dos discos, talvez eles teriam sido
mais úteis e decisivos quando os problemas internos começaram a se agravar e precisava-se de um mínimo de diálogo dentro do grupo.

O que restou a eles foi:  'de que lado eu fico? Lennon ou McCartney?'


APPLE

Só serviu para agravar ainda mais o relacionamento do grupo. Paul era tido como o 'mandão' do grupo.

ALLEN KLEIN

Acabou de fazer o trabalho de desunião do grupo que já estava rachado antes dele. Estendeu um tapete vermelho para John e Yoko, falando a ambos exatamente o que e como eles queriam ouvir. Sua tática foi perfeita.

A presença de Klein acabou com qualquer esperança de que uma reconciliação poderia ocorrer dentro da banda. Klein simplesmente acelerou e sacramentou o final da banda.

Mesmo com todos os malefícios causados por ele no grupo, continuou sendo apoiado por Lennon, Harrison e Ringo.

NORTHERN SONGS

Imagine você fazendo parte da banda de maior sucesso da música mundial e sendo o(a) autor(a) da maioria das músicas que fazem parte de todo esse sucesso.

As músicas são suas e, no momento em que você cria uma empresa cuja finalidade é ser a 'casa' de suas músicas, ou melhor, de todo o trabalho intelectual despendido por você, você DELEGA para terceiros a condição de sócio majoritário dessa empresa.

A razão de existir da empresa são suas músicas. Sem elas, a tal empresa não existiria.

Foi exatamente isso que aconteceu com as músicas dos Beatles. A empresa Northern Songs foi criada para ser a 'casa' das músicas, em sua maioria de John Lennon e Paul McCartney, os cérebros do grupo. O problema é que eles criaram esta empresa, mas não eram os sócios majoritários dela. Eles CEDERAM a sua propriedade intelectual enquanto Beatles para a empresa, mas não eram os donos da empresa, eram os sócios minoritários dela.

Um absurdo! Algo inadmissível! Um erro inconcebível!

Você faria isso? Cederia seu trabalho intelectual, de toda uma vida, para  empresários serem seus PATRÕES?

A empresa foi criada em 1963. Paul McCartney reconheceu depois, que assinou os contratos sem ler, confiando em Brian Epstein e Dick James, o sócio majoritário.

Epstein já havia feito um mau negócio na questão do merchandising, lembram? Aqui novamente tem dedo dele no negócio que, mais tarde, confirmaria ser péssimo para Lennon e McCartney.

A empresa teve reestruturação com abertura de capital em 1965 e, mesmo não sendo um negócio em que eles eram majoritários, tanto Lennon, quanto McCartney renovaram os seus vínculos em 1968, ao invés de comprarem a parte de Dick James e  Charles Silver, e, assim, passarem a ser os principais acionistas da empresa.

Lennon e McCartney tiveram de 1963 a 1968, enquanto eram Beatles - 5 anos - para mudarem a história da empresa que criaram.

Por que não se preocuparam com suas próprias músicas?

Não tiveram tempo? Não consideravam prioridade?

Confiavam em terceiros para praticamente serem seus patrões?

Estavam preocupados com fatos mais importantes de suas vidas como a própria rivalidade e disputa que se formou entre eles no grupo?

Distraíram-se com suas vidas pessoais?

Ou todos esses fatores somados?

Ringo Star e George Harrison, que eram menos do que minoritários, eram os 'zeros à esquerda' da empresa , preferiram cair fora, ao invés de renovar seu vínculo com a empresa. Até porquê, eles não eram os 'donos' do grupo. Ambos foram inteligentes, criaram suas próprias empresas.

O PÓS BEATLES

Depois que o fim da banda foi sacramentado - início da década de 70 - Lennon e McCartney continuaram a preferir rivalizar para saber quem era o 'cérebro' dos Beatles.
 

De 1970 a 1980, tiveram 10 anos para novamente solucionar a questão e recuperar o que era o maior patrimônio que possuíam: suas próprias músicas.
 

E esta era uma tarefa que cabia a eles - somente a ambos - resolver. Ninguém poderia fazer isso por eles. Se eles não se preocupassem com as próprias músicas, quem haveria de se preocupar?
 

John Lennon morreu em 8 de dezembro de 1980 e o assunto continuou pendente.
 

Paul McCartney disse que procurou Yoko Ono em 1981 a fim de que, juntos, comprassem a ATV. Não queria comprar sozinho. Ela não quis e ele novamente declinou da ideia, considerando 'caro demais' suas próprias músicas.
 

A esta altura, Paul já era dono da MPL, empresa que havia criado logo depois da dissolução dos Beatles e, com a ajuda de seu então sogro, Estman, tornou-se o maior detentor de direitos de publicação de músicas no show business. Mesmo sendo dono de uma editora musical, achou caro comprar sozinho suas músicas. Pensou no dinheiro que gastaria e não na valorização e lucro que poderia ter com o investimento que considerou 'caro demais'.
 

Foi preciso, então, criar-se um 'bode expiatório' para justificar todo um problema, que teve início em 1963 e que os principais interessados não se esforçaram como deveriam para encontrar a solução mais correta: os verdadeiros donos - John Lennon/Yoko Ono e Paul McCartney, comprarem de volta suas músicas e ACABAR DE UMA VEZ PRA SEMPRE com o problema que eles mesmos haviam criado.
 

As músicas 'criaram asas', levantaram vôos, passaram em várias mãos até ir parar nas mãos de um dono, que, por sorte, entendia de música e, não por acaso, era do ramo desde os 5 anos de idade: Michael Jackson.
 

Sabia qual deveria ser a verdadeira utilidade de uma música. Sabia qual era o valor que deveria ser dado a músicas tão importantes.
 

Não poupou esforços nem dinheiro para possuir um catálogo musical.
 

Ele recebeu conselho de Paul McCartney sim. E daí? Quem não iria ouvir um conselho vindo de um ex-Beatle? Só Michael Jackson ouviria? Outros também não fariam o mesmo?
 

Ele não saiu da casa de Paul McCartney e foi correndo saber se as músicas dos Beatles estavam à venda. Ele comprou músicas de acordo com que seu advogado - John Branca - lhe avisava que estavam à venda.
 

E o catálogo da ATV não foi o primeiro. 
 
Ao ver o catálogo da ATV ser colocado à venda,  Paul disse novamente que era 'caro demais'. Mais uma vez, não comprou suas músicas porque não quis.

E se Michael Jackson não tivesse efetuado a compra? E se fosse(m) outro(s) o(s) comprador(es)? Qual seria a justificativa?

Quem é o vilão de tantas músicas que Paul McCartney adquiriu através de sua editora musical, a MPL? Ele é o vilão dos artistas cujos direitos de publicação o tornaram um dos homens mais ricos - se não o mais rico - do show business?
 

Enfim, existe todo um contexto em torno das músicas dos Beatles, que remonta o início dos anos 60. Mas, como o último comprador leva o nome Michael Jackson criou-se, a partir daí, histórias em cima disso. A história foi superdimensionada, com contornos de traição, vilanice, golpe...
 

No fundo, era um homem negro comprando música de um homem branco.
 

E se fosse o contrário? E se fosse Paul McCartney comprando músicas de Michael Jackson? Tudo bem? O que iriam falar?
 

Provavelmente iriam falar que Paul McCartney era um excelente homem de negócios e que em um lance genial, comprou as músicas de Michael Jackson, entre elas, Thriller e Off the wall.
 

Ainda iriam dizer que Michael Jackson não 'está sabendo lidar com a fama' e, por isso, contraiu dívidas e precisou vender os direitos de suas músicas.
 

É claro que a história iria ter muito mais 'ingredientes', iriam falar da família de Michael, dos seus problemas de infância etc.
 

Mas o 'negócio' de Paul McCartney seria certamente considerado de gênio.
 

Em tempo: em 1999, Paul McCartney desentendeu-se com Yoko Ono porque queria que seu nome aparecesse em primeiro lugar na autoria das músicas com John Lennon. Assim, ao invés de Lennon/McCartney, as músicas deveriam estar assinadas como McCartney/Lennon. Parece que o Lennon/McCartney não 'soava' bem aos ouvidos dele.

YOKO ONO

Mesmo no começo ela não querendo que Michael comprasse o catálogo, não causou qualquer tipo de problema antes ou depois da compra ser oficializada.

Por que? Porque ela SABIA o que havia acontecido lá atrás, ela PARTICIPOU do processo.

Então, ia falar o quê? Ia falar que Michael era o vilão das músicas que ela mesma ajudou que fosse parar nas mãos da ATV e como isso ocorreu?

Seria muita cara de pau se isso acontecesse.

Ela não teve outra opção a não ser aprovar a compra que Michael fez e ainda disse depois que ele estava usando as músicas de forma correta.

Yoko Ono nunca demonstrou qualquer tipo de rancor com relação a Michael.
Ela sabia que nunca daria certo a compra das músicas junto com Paul McCartney. Quem deveria ter feito isso era John Lennon e não ela.

MICHAEL SEMPRE RESPEITANDO OS ARTISTAS E SUAS MÚSICAS

As entrevistas que Michael concedeu, bem como o conjunto de sua obra são mais do que PROVAS do RESPEITO que ele SEMPRE teve por outros artistas e suas músicas, incluindo-se, aí, os Beatles.

Até um capítulo intitulado 'Tudo o que você precisa é amor', ele fez em sua autobiografia 'Moonwalk', inspirado na famosa música dos Beatles.

AS SANDICES DA MÍDIA

Muitas foram as sandices publicadas na mídia para falar de Michael Jackson e Paul McCartney, especialmente tentando retratar  a "culpabilidade" e  o "remorso" de Michael por ter comprado a música dos Beatles.

Em 2001 Michael chegou a declarar que o catálogo não estava e nunca estaria à venda.

Com certeza, se no catálogo não houvesse músicas de Lennon e McCatney, eles não se importariam.

Houve muito COPIAR e COLAR de notícias de que Michael queria devolver o catálogo a McCartney. O pior é que esse copiar e colar foi de notícias publicadas por tabloides que os copistas nem se importam em  saber se são verdade ou não. Simplesmente pegam a notícia e a reproduzem. Parece que eles adoram copiar as notícias que vem da Inglaterra porque assim, facilita a vida deles, até porquê, muitos leitores nem sabem que essas fontes são tabloides, como eles funcionam e o poder que está por trás deles.

Abaixo, um verdadeiro desfile de insanidades, copia e cola, a preguiça mental e maldade de quem não faz checagem para saber se a notícia tem procedência, veracidade ou não.


http://www.rockwave.com.br/internotas/internota06666/

PAUL McCARTNEY CONTA COMO CONHECEU MICHAEL JACKSON 
http://diversao.terra.com.br/gente/michaeljackson/interna/0,,OI3861278-EI14032,00.html

http://whiplash.net/materias/news_873/092005-beatles.html


 MICHAEL JACKSON DEIXARIA PARA McCARTNEY OS DIREITOS DAS CANÇÕES DOS BEATLES EM TESTAMENTO

http://www.sidneyrezende.com/noticia/44619+paul+mccartney+presta+homenagem+a+michael+jackson

REVISTA VEJA - 17/07/09 
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/paul-mccartney-fala-sua-amizade-michael-jackson-485002.shtml

FOLHA ILUSTRADA - 02/01/09 ( Paul McCartney irrita BBC ao imitar Michael Jackson)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u485485.shtml

CIFRACLUBNEWS - 02/01 ( Mesma reportagem da Folha Ilustrada com fonte de outro tablóide)
http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/15774-paul-mccartney-irrita-rede-de-tv-britanica-ao-imitar-michael-jackson.html

MICHAEL JACKSON QUER FAZER AS PAZES COM PAUL McCARTNEY
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL942859-9798,00-MICHAEL+JACKSON+QUER+FAZER+AS+PAZES+COM+PAUL+MCCARTNEY.html

 MICHAEL JACKSON VAI DEIXAR MÚSICAS DOS BEATLES PARA PAUL McCARTNEY

http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/01/05/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=6516/ficha_musica.shtml

http://www.fama104.com.br/radio/index.php/musica/178-michael-jackson-devolve-direitos-dos-beatles-a-paul-mccartney-

http://edx30.wordpress.com/2009/06/27/michael-jackson-direitos-autorais-beatles-para-paul-mccartney/

2 comentários:

  1. Amei seu blog!
    Perfeita e verdadeira essa postagem!!
    São de fãs assim que Michael precisa e merece!!
    Muitos ignorantes até hoje julgam Michael como o traídor.
    Foi maravilhosa sua atitude em colocar toda a verdade desse assunto sobre o catálogo Beatles comprado por Michael.
    Até hoje vemos comentários idiótas e maldososos sobre Michael de pessoas que não sabem das verdades, de pessoas que são manipuladas pelos tablóides...de pessoas que julgam sem saber das verdades.
    Adorei seu blog e te peço permissão para repassar esse texto.

    Muito obrigada!!
    bjo grande.

    Michael...I love you more...L.O.V.E.

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  2. Oi Maíra, tudo bem?
    Também gosto muito do seu trabalho. Você também representa Michael da forma como ele precisa e merece.
    Seu trabalho é muito lindo. Parabéns, de coração!
    Eu acho que um dos efeitos dessa "morte" foi esse. Do jeito que estava não havia essa mobilização toda. Mesmo na época do julgamento, por mais que houvesse apoio dos fãs, nosso campo de atuação era mais restrito por causa dos poderosos
    que queriam destruí-lo. E como a perseguição da mídia foi muito intensa, eles conseguiam que
    isso prevalecesse. A mídia monopolizava a situação e não nós.
    Era Michael de um lado e nós de outro com a mídia no meio e tanto nós quanto ele não conseguíamos ser uma força maior
    que essa mídia podre ( desculpe o temo, mas eu não acredito mais em imprensa, com raríssimas
    exceções ).
    Aquilo não parecia ter fim, até que em 25 de junho de 2009, Michael disse STOP e baixou dois decretos:
    JUSTIÇA e
    LIBERDADE
    Prá mim, essa falsa morte é uma luta dele por justiça e liberdade.
    Michael deu um STOP.
    Foi preciso que o nosso anjo "morresse".
    Quanto ao catálogo dos Beatles, queria saber o que esses idiotas achariam e falariam
    se Paul McCartney tivesse comprado o catálogo do Michael. Na certa, Mr Paul seria chamado
    de gênio.
    E você reparou que eles NUNCA se importaram com os mesmos direitos que a Yoko Ono
    tinha sobre as tais músicas?
    Ou seja: trataram o assunto, como se a única parte interessada fosse Paul McCatney. Não deram a mesma voz a ela. A de Paul McCartney correu o mundo. O "traído" foi só PM, como se as músicas fossem só dele!
    E ele ainda quis inverter o nome da autoria das músicas para McCartney/Lennon. É claro que ela não aceitou, pois foi uma falta de respeito da parte de PM querer
    mudar nome de autoria das músicas depois que John Lennon morreu.
    E John Lennon, se estivesse vivo, certamente não teria aceitado isso de jeito nehum.
    Maíra, pode repassar esse e outros conteúdos dos meus blogs sim. Eles foram feitos para isso mesmo, para
    ajudar a disseminar a VERDADE sobre Michael. Espero ter contribuído para isso e a intenção
    não foi ofender, depreciar a obra dos Beatles, estabelecer uma competição de Michael com outros artistas e
    aim, colocá-lo no mesmo patamar e enaltecer o respeito e a admiração que ele demonstrava para com
    as outras pessoas e artistas.
    Michael apreciava e dignificava a arte e é isso que tem que prevalecer. Ele não tem culpa se os Beatles
    deixaram outras pessoas serem sócios majoritários da editora criada para abrigar suas próprias músicas.
    Essa novela foi se arrastando e se não fosse Michael o comprador da NS em 1985,
    certamente teria sido outro(s). Paul McCartney e John Lennon tiveram tempo de sobra para resolver
    isso. Preferiram fazer disputas para ver quem era mais inteligente.
    Deu no que deu.
    Eu tenho outras reportagens sobre os Beatles também, mas o que se vê é um mero copia e cola. Eles não sabem nem disfarçar.
    Obrigada pelos elogios, que só estimulam a continuar um trabalho.
    Fique à vontade. Sempre bom compartilhar com outros fãs de Michael.
    Bjs no coração. Fica com Deus.
    L.O.V.E.

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