COM A PALAVRA, O GÊNIO

Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Temos como único objetivo manter vivo o legado de Michael Jackson.

domingo, 18 de abril de 2010

MICHAEL JACKSON: O ARTISTA E O HOMEM DE NEGÓCIOS

MICHAEL JACKSON E JOHN BRANCA 

Palavras de John Branca sobre Michael Jackson:

"Michael tinha 21 ou prestes a completar 21 anos quando eu o conheci  e ele nunca teve sua própria equipe de advogados. Off The Wall tinha saído e foi um grande sucesso. "

"Ele disse, 'Eu te conheço?' Foi uma daquelas coisas  na vida onde você se sente tão confortável com uma pessoa, que você realmente sente que você a conhece. A conversa é fácil e a conexão ocorre sem esforço".

"Trabalhar com Michael não só no álbum Thriller , como também ter ajudado ele a conseguir comprar o catálogo dos Beatles e firmar a união com a Sony, assim como tê-lo ajudado a conseguir ser dono de seus masters... estas coisas estão entre as metas que engrandecem meu trabalho com Michael. Também ajudei Michael a firmar dois acordos com a Pepsi, os quais foram pioneiros nos contratos comerciais modernos com artistas."

"Não acredito que haja alguém na história da música Pop que possa combinar os talentos supremos que Michael tem como cantor, artista, compositor e produtor."

"Estive totalmente concentrado em ajudar Michael no vídeo de Thriller, não em nível criativo, mas firmando acordos financeiros que tornaram possível fazê-lo. Michael teve uma visão única e foi um verdadeiro pioneiro nos vídeos musicais como forma de arte. Acredito que Thriller, mesmo nos dias atuais, é o melhor "short film" da história. Era simples e fantástico, completo e direto."

"Michael me ligou e disse: 'Branca, eu quero comprar copyrights. Eu disse, 'Grande!'. "Ele comprou os direitos autorais de músicas como" Runaround Sue "e " The Wanderer ", e  o trabalho de Sly and the Family Stone."

"Descobri que a ATV estava à venda e eu disse a Michael. ELE PERGUNTOU O QUE ERA AQUILO. Eu disse: 'Você não vai acreditar, são 250 canções dos Beatles, o catálogo Little Richard. Ele disse: 'Branca, o catálogo é meu. Não perca  essa  negociação'. "

"Tenho sorte e meu trabalho prospera. Represento a 29 membros do Rock And Roll Hall Of Fame no momento, também a um grande número de artistas atuais importantes da indústria. Porém, sempre sentirei uma conexão muito especial com Michael, e espero poder vê-lo de novo. De alguma forma, o vejo como um irmão."

John Branca é um conceituado advogado do entretenimento e começou a trabalhar com Michael em janeiro de 1980, após o lançamento do álbum  "Of the Wall".

Está  entre os três advogados-top do show busines e em seu respeitabilíssimo currículo consta, além de Michael e Jackson Five,  nomes como Neil Diamond, Bob Dylan, Beach Boys, The Doors, Aeromish, Rolling Stones, Carlos Santana, Bee Gees, ZZ Top, Alicia Keys, Berry Gordy, Dick Clark, Backstreet Boys, incluindo, também, clientes fora do mundo da música como a revista Forbes, o investidor Ron Perelman e o ex-boxeador Mike Tyson. Também representou o patrimônio de Elvis Presley por um período.

John esteve presente com Michael nas turnês Triunph em 1980, Victory em 1984 e na etapa européia da Dangerous Tour em 1983.

Quando contratou John, Michael havia acabado de completar 21 anos, estava satisfeito com a produção de Of the wall, mas acreditava que precisava de um nome estratégico para empresariá-lo.
 
PAUL McCARTNEY, MICHAEL JACKSON, JOHN BRANCA E A ATV MUSIC

Em meados dos anos 80, Paul McCartney já ostentava a condição de detentor de um amplo catálogo de músicas , tais como, Buddy Holly e outros. Segundo estimativas, ele, na época, já recebia algo em torno de 40 milhões de dólares por ano com direitos de publicação de músicas que não foram compostas por ele. Sua empresa, a MPL Music Publishing, criada no início da década de 70, é detentora de ao menos 3.000 canções.

Em 1981, após a morte de John Lennon, McCartney queria comprar a ATV Music, mas não queria desembolsar mais do que 10 milhões de dólares. Propôs, então, para Yoko Ono, que ela desembolsasse mais 10 milhões de dólares, pretendendo, assim, comprar junto com ela, a editora por 20 milhões de dólares. Yoko também achou caro e preferiu não investir no negócio.

O tempo passou e dois anos depois -  1983 -  quando McCartney gravou `Say say say' com Michael, foi enfático em dizer a ele, o quanto lucrativo era adquirir direitos sobre músicas de outros artistas.

McCartney considerava que o advento dos CDs, aliado ao uso de músicas famosas em propagandas, filmes e programas de TV era lucro certo.

Ouvindo tais recomendações de uma pessoa que era nada menos que um ex-Beatle, obviamente, Michael levou na mais alta consideração. Comentou com John Branca sobre o catálogo que McCartney havia lhe mostrado e disse que, assim como o ex-Beatle, também tinha interesse em investir em catálogos de música, o que era mais do que natural para alguém como ele, que 'respirava música' desde os cinco anos de idade. Estava querendo investir, portanto, em negócios envolvendo o que era a sua razão de viver, a música.

John Branca, então, pesquisou o que havia disponível no mercado e, assim, Michael adquiriu primeiramente o catálogo do Sly Stone, que continha clássicos dos anos 70 e alguns outros títulos.

Em setembro de 1984, John nformou a Michael sobre o catálogo da ATV Music.

Michael nem sabia quais músicas faziam parte deste catálogo e John Branca disse a ele que era interessante, pois englobava a Northern Songs. Michael ficou entusiasmado com a possibilidade da aquisição e deu sinal verde para John conduzir a negociação.

Antes de fazer a oferta, John Branca tomou o cuidado e foi ético ao fazer uma consulta formal a viúva de Lennon -  Yoko Ono -  bem como o advogado e cunhado de Paul McCartney - John Eastman - para saber se eles estavam interessados na compra. A resposta de ambos foi NÃO. Eastman foi taxativo, dizendo ser 'caro demais'.

John Branca chegou a suspender a negociação, devido às dificuldades envolvidas e nesse ínterim, o próprio Paul McCartney tentou novamente convencer Yoko Ono a comprar o catálogo com ele. Ela novamente disse NÃO e, assim, ele nem chegou a fazer uma proposta para concorrer com os demais interessados. Provavelmente continuava achando ser 'caro demias' comprar suas próprias músicas.

Robert Homes a Court tinha grande interesse no lucro que poderia obter com a negociação e, com a desistência dos demais concorrentes, ligou para John Branca para que ele fosse a Londres a fim de fecharem o negócio.
Com uma procuração de Michael, Branca foi a Inglaterra e, finalmente, selou a compra em 10 de agosto de 1985 por 47,5 milhões de dólares.

Fontes:

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/John_Branca&ei=RxvkS934OMH-8Aa32IWgDw&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=4&ved=0CC0Q7gEwAw&prev=/search%3Fq%3DJohn%2BBranca%26hl%3Dpt-BR%26prmd%3Din

http://www.reidopop.com/mjbeats/showthread.php/1119-John-Branca-fala-sobre-seu-trabalho-com-Michael-Jackson.

http://www.johnbranca.com/


http://findarticles.com/p/articles/mi_pwwi/is_200709/ai_n20515872/

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/MPL_Communications&ei=NXXoS6fABcL88Aapk6HCBA&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=3&ved=0CDUQ7gEwAg&prev=/search%3Fq%3DMPL%2BMusic%2BPublishing%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX

http://www.mplcommunications.com/

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